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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Cingapura dá lição ao mundo sobre como melhorar o trânsito. Via Época.




MARCELO MOURA (TEXTO), OTÁVIO BURIN E PEDRO SCHIMIDT (GRÁFICO). COMENTÁRIOS: FRANZ LIMA.
Fonte: Revista Época 
Para as autoridades de Cingapura, cidade-estado no Sudoeste da Ásia que se tornou referência mundial em transporte, acompanhar o trânsito em tempo real é tarde demais. A cidade usa câmeras, sensores nas ruas e as antenas de GPS dos carros, para prever um congestionamento minutos antes de ele ocorrer. Ao identificar o risco de sobrecarga numa avenida, o departamento de tráfego varia os tempos de abertura dos sinais de trânsito e sugere desvios, em painéis eletrônicos. Os motoristas são incentivados a cooperar da maneira mais objetiva: com o bolso. Pagam mais caro, pelo pedágio urbano, quando o trânsito para. Cingapura não tem mais como abrir ruas e avenidas, diz o governo. O asfalto já tomou 12% do território, quase tanto quanto a habitação (14%). Hoje, os 5,4 milhões de habitantes usam transporte público em 63% de suas viagens. Deverão usar 75% das vezes até 2030, de acordo com o plano de transporte de Cingapura, um documento atualizado a cada cinco anos, com um cronograma de realizações para os 20 anos seguintes. Para o governo local, informar intervenções importantes na vida das pessoas com alguns dias de antecedência é tarde demais.


Franz says: esse é apenas um dos 'pequenos' exemplos de controle do tráfego urbano que temos. Muitas cidades do mundo tem buscado soluções e alternativas para o excesso de veículos e outras complicações comuns às áreas urbanas. O uso de rodízio (tal como ocorre em São Paulo) é uma das primeiras atitudes a se tomar em prol de um melhor trânsito. Mas é preciso incentivar também o uso dos transportes públicos, melhorar as vias e promover uma política de remoção das verdadeiras 'sucatas ambulantes' que circulam e colaboram para o tumulto nas pistas, além de poluírem muito o ar. 
Contudo, a principal mudança deve ocorrer nos políticos e legisladores que, infelizmente, repetem a cada novo mandato os erros de seus antecessores, sendo o pior desses erros o desprezo ao povo que os elegeu.
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