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domingo, 23 de setembro de 2012

Irã restringe Google e Gmail




Fonte: G1
 
O Irã pretende conectar seus cidadãos em uma rede doméstica de Internet para tentar melhorar a segurança virtual, mas que muitos iranianos temem ser mais uma medida para controlar o acesso à web.
O anúncio, feito por um vice-ministro do governo no domingo (23), veio a público quando a televisão estatal disse que a ferramenta de busca do Google e seu serviço de email seriam bloqueados 'dentro de algumas horas'. 'O Google e o Gmail serão filtrados em todo o país até nova ordem', disse, sem entrar em detalhes, uma autoridade identificada apenas pelo sobrenome, Khoramabadi.
A Agência de notícias dos estudantes iranianos (ISNA) disse que a proibição do Google estava relacionada ao filme anti-islâmico postado no YouTube e que provocou escândalo em todo o mundo muçulmano. Não houve uma confirmação oficial.
O Irã tem um dos maiores filtros de Internet do mundo, evitando que iranianos comuns acessem vários sites sob a desculpa oficial de que são ofensivos ou criminosos. Contudo, muitos iranianos acreditam que o bloqueio a sites como o Facebook e o YouTube deve-se ao uso desses sites em protestos anti-governo depois da polêmica reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad em 2009.
Os iranianos costumam driblar o filtro do governo usando o software rede privada virtual (VPN), que faz o computador aparecer como se estivesse baseado em outro país.Mas as autoridades há muito tempo falam de criar um sistema de internet iraniano que seria isolado de todo o resto da internet.
Segundo a mídia iraniana, o sistema doméstico estaria totalmente implantado até março de 2013, mas não estava claro se o acesso à Internet mundial seria cortado assim que o sistema fosse lançado.

Franz says: não serei jamais favorável à censura, qualquer que seja sua roupagem. Bloquear o acesso do cidadão comum à internet não é garantia de nada. Temos em nosso país, em menor escala, exemplos de empresas que bloqueiam acesso aos funcionários e acabam sendo driblados por eles. Moral da história: mais vale policiar que proibir. Estas medidas podem gerar maior desconforto e inquietação, provocando até medidas extremas de usuários mais elevados, capazes de invadir sistemas e provocar o caos. 



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