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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Um exemplo de justiça feita com seriedade (Charles Manson)




O mal prevalecerá se fingirmos que ele não existe
A matéria a seguir está sendo publicada aqui com o intuito de relembrar as autoridades responsáveis pelas inúmeras liberações de presos de alta periculosidade, baseados em brechas da Lei, que um assassino deve receber avaliação e, antes de qualquer outra coisa, passar por um longo período de avaliação comportamental e psicológica para que consiga a redução da pena ou a liberdade. Quando um indivíduo com o grau de periculosidade de Charles Manson é posto na rua e ele volta a cometer atos de extrema violência, inclusive novos assassinatos, a responsabilidade moral pelos crimes é também de quem o pôs em soltura. As mãos dele estarão sujas pelo sangue derramado, mas uma parcela grande desse mesmo sangue irá escorrer pelas mãos do legislador, juiz, advogado ou seja lá quem for o indivíduo que proporcionou esta saída da cadeia ou casa correcional. Que o exemplo abaixo seja usado em nosso país...
Perdoem-me se estou sendo radical, porém é preciso usar de todos os recursos para evitar que mais vítimas sejam feitas com o apoio de quem deveria manter enclausurados estes tipos de matadores.
(Franz Lima)

o corpo de Sharon Tate
Autoridades negaram nesta quarta-feira, pela 12ª vez, a liberdade condicional a Charles Manson, segundo um comunicado do Departamento de Correção e Reabilitação da Califórnia.
O criminoso, criador de uma seita chamada Família Manson, é culpado pelo assassino da atriz Sharon Tate, mulher de Roman Polanski morta em 1969, quando estava grávida de oito meses. 
Manson, de 77 anos, foi condenado a morrer na câmara de gás em 1971 como líder de uma sanguinária seita que aterrorizou Hollywood nos anos 1960 e foi responsável pela morte de nove pessoas, entre elas a atriz Sharon Tate, de 26 anos, esposa do cineasta Roman Polanski.
Sua pena capital foi comutada para prisão perpétua depois que os tribunais declararam inconstitucional castigar com a morte os detidos no Estado da Califórnia.
Ausente
Na audiência realizada nesta quarta-feira e na qual Manson não esteve presente, as autoridades concluíram que o prisioneiro era ainda muito perigoso para receber a liberdade condicional, e anunciou a revisão de seu caso para dentro de 15 anos, quando Manson terá 92 anos.
Atualmente, Manson exibe uma grande barba branca e cabelo longo com uma suástica tatuada na testa e está preso na prisão de Corcoran, situada 240 quilômetros ao noroeste de Los Angeles.
A última vez que Manson teve possibilidade de obter a liberdade condicional foi em 2007, mas as autoridades rejeitaram a medida por entender que ainda ele era uma ameaça para a sociedade.
Manson se nega a comparecer às audiências em que pleitea liberdade condicional há 15 anos. Em entrevista concedida à revista Vanity Fair em 2011, ele se descreveu como um homem "mesquinho, sujo, fugitivo e mau" e assegurou que foi condenado por "vontade de Deus".

Chales Manson  - Idoso e ainda um potencial assassino

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