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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Cartazes importados de Drácula à venda




Fonte: Fangoria
Se você perdeu a primeira venda de DRÁCULA, fique tranquilo. A Mondo tem outra a caminho.
Disponibilizada para venda, é uma peça grande com Lugosi à frente e no centro (um contraste agradável com o trabalho, anterior absolutamente deslumbrante a partir de Aaron Horkey e Zouravliov Vania).
O cartaz está à venda hoje, 30 de dezembro, em um momento aleatório. O vermelho standarad será executado a $45 e ficará limitado a $350, enquanto sua variante em preto-e-branco é de $85, e limitado a apenas $100. A terceira opção, muito legal vem na forma de uma impressão de madeira na forma de um caixão, ao preço de 135 dólares. Como de costume, siga MondoNews no Twitter para a atualização.
Confiram as imagens abaixo:



A verdade é que, para os fãs, é muito difícil acessar qualquer tipo de cartaz ou pôster com qualidade, o que acaba levando-os a apelar para a importação. Mesmo os produtos que já estão em nosso território acabam ficando muito caros, talvez em função das inúmeras taxas para produtos importados, além dos impostos e o lucro que o revendedor quer tirar. 
 
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4 comentários:

  1. Aqui no Brasil a maioria das coisas é mais cara mesmo, o que ainda compensa ter de esperar cerca de um mês para ter uma Action Figure por exemplo. É taxa demais em nosso país. Cartazes super legais esses, rapaz se eu fosse rico iria sair comprando todo item que pudesse de filmes de terror! Na verdade um dia ainda quero ter um carro tunado com o tema "Terror". kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  2. Brother, é uma dificuldade muito grande ter algo desse tipo na estante ou parede. Mas nós, garimpeiros, temos paciência até conseguir extrair o ouro, não importa o tempo em que fiquemos nas minas.

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  3. Gostei dos cartazes, pena que é o tipo de coisa que dificilmente vai chegar ás nossas mãos =\

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  4. A política de importação ainda é muito desfavorável ao brasileiro. Produtos como esse são tratados como supérfluos e, talvez por isso, tem uma carga tributária enorme. Quem sabe um dia esses materiais não estarão mais acessíveis a nós?

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