terça-feira, 28 de junho de 2016

Personagens dos X-Men são cartunizados por Randy Bishop



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Vocês certamente reconhecerão estes heróis e vilões do universo dos X-Men. Mesmo com visual cartoon, cada um deles manteve a essência (e o tom alegre) a qual estamos acostumados. O artista é o estadunidense Randy Bishop. Gostei demais dos traços de Randy e é interessante observar que ele não apagou os traços iniciais de seus esboços, algo que já serve como lição para candidatos a desenhistas.
















segunda-feira, 27 de junho de 2016

Conheçam a Ordem do X - Os X-Men medievais.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

Inspirado em personagens da literatura e na própria História, o artista Nate Hallinan criou versões medievais dos X-Men. Alguns lembram personagens consagrados da literatura (como o Wolve'Rune que lembra um anão guerreiro de O Senhor dos Anéis), enquanto outros parecem saídos de uma cena de Diablo III (Colussus é um ferreiro sombrio). Há ainda quem esteja similar a outra adaptação dos quadrinhos que é o caso de Ciclope, cujo visual lembra muito o de Murdock em 1602, de Neil Gaiman. Noturno, por sua vez, assumiu um ar que remonta aos Três Mosqueteiros, quase um nobre.
Ororo está muito próxima de uma sacerdotisa, com trajes rituais e um ar místico. Jean Grey  se tornou uma arqueira hábil e ostenta em sua testa o símbolo daquilo que a tornou temida no universo Marvel: a Fênix. 
O Fera está também parecido com outro personagem de Tolkien: Beorn. Na verdade, ele assumiu a aparência de um urso, ainda que mantenha seus traços intelectuais nas artes conceituais.
Xavier, ou Lord Xavier, mantém o visual de Patrick Stewart nos filmes da franquia, mas com uma serenidade própria dos que compreendem além daquilo que a maioria entende. O detalhe especial ficou por conta de sua cadeira de rodas feita de madeira.
Vejam as artes conceituais abaixo e visitem o site de Nate. Há muito mais para se descobrir.



















sábado, 25 de junho de 2016

Rap, nerds, história e muito humor. Esse é o Epic Rap Battles of History.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

Um dos mais divertidos e criativos canais do Youtube ganhou sua versão legendada. Unindo rap, nerdices em nível épico, história e humor, o Epic Rap Battles of History é um sucesso absoluto.
Os confrontos entre rappers são engraçados ao extremo e misturam cultura geral com ótimos efeitos e rap com samplers fantásticos. A linguagem pega pesado em algumas ocasiões (não é recomendado para menores) e coloca os mais inusitados personagens da história (real e fictícia) em um confronto direto.
O canal foi criado por Peter Shukoff e Lloyd Ahlquist já está no ar há 6 seis anos e apresentou batalhas consagradas como: Deadpool vs Bobba Fett, George R. R. Martin vs J. R. R. Tolkien, Darth Vader vs Hitler, Michael Jordan vs Muhammad Ali, Filósofos ocidentais vs Filósofos orientais, entre outros. 
Ao final do post vocês terão dois exemplos das batalhas de rap, além dos links para o canal original e a versão legendada em português. Os confrontos são rápidos e é possível assistir a todos em um único dia. 
As batalhas servirão para divertir e também para incentivar a busca por conhecimento, já que há fatos históricos e nuances das vidas e realizações de cada um dos "combatentes". 

P.S.: ao contrário do que muitos podem pensar, os raps são extremamente bem elaborados. É preciso ter um conhecimento mínimo sobre cada personagem para não se perder ou compreender errado.

Epic Rap Battles of History (original): ERBH

Epic Rap Battles of History (legendado em português): ERBH Português

Making of dos episódios: ERB2





Os mais novos livros da Companhia das Letras


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O dono do morro, Misha Glenny (Tradução de Denise Bottmann)
A vida de uma cidade é a história de sua gente – de seus intelectuais e comerciantes, de seus trabalhadores, policiais e bandidos. A menos que estes últimos estejam mortos, para o repórter será sempre mais conveniente tratar dos outros. No entanto, em certas sociedades o bandido tem grande força simbólica, e dar as costas a ele é abrir mão do bom trabalho jornalístico.
O Dono do Morro toma o caminho difícil ao contar a história de Nem da Rocinha, que está tão vivo quanto o leitor. Em novembro de 2011, ao ser preso, Nem era o criminoso mais procurado do Rio de Janeiro, se não do país. Misha Glenny vai encontrá-lo na prisão, e o que se segue é tanto a ascensão e queda de um traficante como a tragédia de uma cidade.
Numa tarde de 2000, Antônio Francisco Bonfim Lopes “subiu o morro como Antônio e desceu como Nem”. Em minutos, passou de trabalhador exemplar a bandido. O Rio é pródigo em episódios de conversão ao crime, mas raras vezes eles se apresentam com essa clareza trágica – com motivação, hora e local perfeitamente determinados.


O instante certo, Dorrit Harazim
A fotografia mudou o mundo. Há cliques que alteraram o rumo da história, os costumes da sociedade, os hábitos privados e coletivos. Neste O instante certo, a premiada jornalista Dorrit Harazim conta a história e as histórias de alguns dos mais célebres fotogramas já tirados. Com o olhar menos interessado em aspectos técnicos do que em aspectos humanos, Dorrit enxerga para além de jogos de luzes e sombras, mirando sempre nas narrativas que as fotografias por vezes revelam e por vezes ocultam.
Assim, registros da Guerra Civil Americana propiciam uma rica análise dos avanços tecnológicos da fotografia e de como eles mudaram a reportagem de guerra. Uma fotografia na cidade de Selma é um relato da trajetória do movimento pelos direitos civis, e uma série de retratos de um casamento inter-racial serve para alterar a visão de uma nação sobre seu próprio racismo. No Brasil, uma mudança na lei trabalhista tem como fruto um dos mais profícuos retratistas do país, e o acaso e a sorte levam outro talentoso fotógrafo ao sucesso internacional.
Num dos momentos mais emocionantes do livro, Dorrit conta a história do fotógrafo que registrou os pertences de dezenas de internos de uma instituição psiquiátrica desativada. São malas, bolsas e inúmeros cacarecos, um labirinto pessoal e afetivo de gente que foi esquecida e abandonada pelo tempo, e cujas memórias são resgatadas por essas imagens. Da mesma forma, Dorrit narra a vida da misteriosa Vivian Maier, uma babá de vida pessoal discreta que, após a morte, foi revelada como uma grande fotógrafa e retratou como poucos a sua cidade e a sua sociedade. Neste que é seu primeiro livro, Dorrit Harazim nos guia não apenas através das imagens, mas de um universo de histórias interligadas, acasos e aqueles breves instantes de genialidade que só a fotografia pode captar.


Pé do ouvido, Alice Sant’Anna
Pé do ouvido se inventa como um poema de formação, gênero que, como se sabe, não existe. Nos romances assim designados, uma personagem jovem parte em viagem e, a cada experiência vivida, forja, por acumulação, sua personalidade e visão de mundo. A narradora de Alice Sant’Anna certamente é jovem, mas já rodou muitas estradas. Entre uma Brook Street qualquer e o Morro Dois Irmãos, o que ela aprende é a perder – certezas, casas ou amores -, aluna aplicada na dura disciplina ensinada por Elizabeth Bishop.


O rei, o pai e a morte, Luis Nicolau Parés
Este livro examina as práticas religiosas na antiga Costa dos Escravos, na África Ocidental, correspondente à extensão onde hoje está a República do Benim. Nesse pequeno trecho de litoral, embarcou-se parte significativa dos africanos que chegaram escravizados ao Brasil, em particular à Bahia. A obra privilegia os dois séculos que vão de 1650 a 1850, quando o tráfico transatlântico de escravos foi mais intenso.
Os principais reinos que dominaram a região nessa época foram Aladá, depois Uidá, e a partir da década de 1720, Daomé. Em razão das várias línguas faladas nessas sociedades, os deuses eram chamados de diversas formas, mas o termo mais comum era, e ainda é, vodum. Assim, o livro analisa o dinamismo e a historicidade da prática associada aos voduns, destacando sua imbricação com a vida política e econômica desses reinos. Em função da ligação histórica do Brasil com o lugar, a última parte da obra aborda questões relativas às repercussões que esses costumes tiveram na Bahia e no Maranhão.

Objetiva

Turno da noite, Aguinaldo Silva
A íntima relação de Aguinaldo Silva com a escrita começou cedo. Publicou seu primeiro romance pouco antes de completar dezoito anos e logo estreou como repórter. Sua vida como jornalista daria uma novela com lances dramáticos e episódios extraordinários, todos narrados na primeira parte deste livro, que traz as memórias de sua juventude no Recife dos anos 1960 e na efervescente cena cultural carioca da década de 1970. A partir de 1969, Aguinaldo passou a se interessar pela reportagem policial. Junto à apuração dos fatos, imprimiu um tom pessoal às matérias, produzindo textos inesquecíveis sobre o mundo do crime e da violência policial, muitos deles reproduzidos na segunda parte deste livro.

Alfaguara

A história dos meus dentes, Valéria Luiselli (Tradução de Paulina Wacht e Ari Roitman)
Gustavo Sánchez Sánchez, mais conhecido como “Estrada”, tem uma missão: quer trocar todos os seus dentes. Ele possui algumas habilidades que podem ajudar nessa empreitada, como, por exemplo, imitar Janis Joplin e decifrar biscoitos da sorte chineses. Além disso, ele é o melhor leiloeiro do mundo — mesmo que ninguém saiba disso, já que ele é muito discreto. Enquanto estuda o ofício com o grande mestre Oklahoma, Estrada viaja o mundo aperfeiçoando seu talento e nos mostra como o valor da arte e a nossa própria identidade podem ser construídos.

Companhia das Letrinhas

Bem lá do alto, Susanne Straber (Tradução de Julia Bussius)
Neste livro, um urso avista um bolo. Ele parece muito apetitoso. Mas, puxa, está bem lá no alto… Como o urso vai conseguir pegá-lo?
Um livro para crianças bem pequenas em que se mostra o quanto é bom poder contar com a ajuda dos amigos e de acontecimentos inesperados.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Esculturas Steampunk feitas com peças de relógios.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo

A escultora Sue Beatrice é visivelmente uma admiradora dos mecanismos de relógios. Engrenagens, molas e estruturas são rearranjadas para formar peças únicas. O detalhamento presente em suas esculturas é incrível e refletem a admiração e determinação de Sue por essas peças tão complexas. O visual de suas obras inspira-se nas artes steampunk cuja temática envolve mecanismos, vapor e muita ficção.
Cada peça tem sua peculiaridade e é preciso olhá-las com muita atenção para captar os mínimos detalhes. Aliás, os detalhes são frutos de uma busca incansável por antigos relógios de bolso que ganham um upgrade com a criatividade da escultora. Um detalhe importante: em julho, segundo informações, Sue Beatrice voltará a esculpir figuras fornecidas por clientes. Algumas das imagens abaixo mostram o alto padrão do trabalho dela. Garanta um presente inesquecível para você ou para quem ama.
A escultora tem um atêlie virtual onde expõe e vende suas peças que, hoje, são feitas em prata, bronze e outros metais. Acesse o link acima e adquira sua arte...









Peça sob encomenda. A fidelidade ao retrato de Poe é surpreendente

Peça sob encomenda. A fidelidade ao retrato de Poe é surpreendente (detalhes)

Isso é arte em alto nível. 
Reparem na perfeição dos traços do animal captados por Sue.


segunda-feira, 20 de junho de 2016

Imagens e palavras que irão fazê-los refletir. Divulguem, por favor.


Passamos a seguir indiscriminadamente as opiniões fornecidas por meio das redes sociais sem que, no mínimo, façamos uma reflexão sobre aquilo que é dito. Pensam por nós... e gostamos disso.

Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo 

As imagens a seguir servem de alerta e reflexão sobre a perda de valores e o descaso com os problemas externos em detrimento de nosso próprio mundo. A arrogância e o isolamento estão cada vez maiores, talvez por conta da falsa sensação de proximidade que o mundo digital traz.
Todas as charges e desenhos a seguir irão mostrar, com ironia e sarcasmo gritantes, uma faceta que buscamos esconder.  De qualquer forma, não adianta descartar esse lado da sociedade (ou pessoal) cujo direcionamento é quase todo voltado para a individualidade, indicando o coletivo como algo desprezível ou menos importante.
P.S.: nada contra a tecnologia. Quando bem empregada, ela é uma ferramenta indispensável nos dias atuais. Mas o excesso, o vício que o mundo virtual pode trazer é algo que precisa de alerta.

O preço que a medicina cobra para salvar vidas é algo cada vez menos acessível. Pobres clamam por socorro, mas, via de regra, não recebem a tempo de evitar a morte ou sequelas.




Os discursos (incluindo os da ONU) inflamados pelo fim da fome são, geralmente, apenas palavras. É bom lembrar que as palavras não trazem alimento para incontáveis famintos.

Pode parecer exagero, porém essa é uma cena cada vez mais comum. Pessoas presas - literalmente - aos conteúdos digitais. Óbvio que muito do mundo digital é viável e de bom conteúdo, o que não implica em dizer que boa parte das pessoas gasta horas a fio com conteúdo ruim ou inadequado.

Um fato corriqueiro hoje em dia: casais lado a lado, mas isolados pela atenção voltada às redes sociais ou aos aplicativos de seus smartphones. Em contrapartida, anciãos demonstram seu amor um pelo outro.

Outro fato normal: nas redes sociais a realidade é uma, enquanto na vida real a situação é outra extremamente diferente.

Essa cena pode ser aplicada aos condomínios de luxo ou aos shoppings. São áreas destinadas a isolar (no sentido mais completo do verbo) pessoas ricas das pobres ou miseráveis. Estar em lugares extremamente ricos dá a sensação de que a fome e as demais tragédias do mundo moderno não existe, pelo menos enquanto lá permanecem os mais favorecidos.

Algo tipificado pela sociologia. As pessoas assumem diferentes comportamentos que se adequam aos lugares ou situações que irão defrontar. O problema está na transformação dos papéis sociais em personalidades distintas e falsas, como uma verdadeira máscara.

Uma situação típica: enquanto uma morte ou crime ocorre, alguém deixa de prestar socorro ou acioná-lo para registrar o momento.

Os estereótipos ou os comportamentos previstos pela sociedade podem ser um entrave para o desenvolvimento da personalidade da pessoa. Destoar do "comum" é visto por alguns como um verdadeiro defeito.

O mesmo caso do crime que é registrado, mas com uma pequena diferença. As pessoas creem que uma simples hashtag pode alterar o rumo de uma injustiça ou violência, o que não corresponde à verdade.

Essa imagem fala sem o uso de palavras. O cigarro não apenas mata; ele mina o dinheiro de uma família diariamente.

Uma charge sobre os efeitos das responsabilidades e pressões sobre o ser humano moderno. O stress é um mal que precisa ser contido e combatido.

Hectares de mata caem diante da cobiça do homem por fortuna. O preço, entretanto, será cobrado mais cedo do que gostaríamos. É preciso preservar a natureza ou morreremos com ela.

Invasores estrangeiros param diante de uma ameaça comum no Oriente Médio: o corte do fornecimento (ou a destruição das fontes) do combustível que movimenta o mundo, o petróleo.

Triste e real. Pessoas estão cada vez mais próximas do virtual, presas em uma realidade que em muitos casos não é real. Esse tipo de isolamento não é benéfico e mantém o homem em uma prisão que parece ser até agradável. Doce ilusão...


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